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1 26th June 10:07
mboccia
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Posts: 1
Default heyy Roger Medico, porque nao da um atestado de OBITO ao seu colega Palloci?!! :-))


heyy Roger Medico, porque nao da um atestado de OBITO ao seu colega
Palloci?!! :-)), pois Vc entende da coisa e Palloci só entende do
bicho....,
mas OK : na vida eh assim : dinheiro e bicho de pé..., mas
Palocci está pondo o bicho ... para baixo... em todos brasileiros. !

Quem sabe Vc o ensina a melhor fazer homeopatia... a que o bicho...
volte a ficar de pé, ja que disso tambem : Vc entende: leva ele..
para sua paroquia...:

Paróquia Virtual do Padre Américo
O site da divina graça.
http://www.padreamerico.org
http://www.paroquiavirtual.com


Re:
De:Luiz
(lcamargo@nutecnet.com.br)
Assunto:A homeopatia e a ciencia medica.
Grupos de discussão:soc.culture.brazil
Data:2004-05-09 19:22:07 PST


Vi neste fim de semana na Globo, como todo mundo viu, a matéria feita
pela emissora sobre a homeopatia. O assunto é bastante polêmico porque
este tipo de tratamento de saúde tem muitos seguidores, mas o que a
Globo mostrou é que os trabalhos que tentavam comprovar a eficácia da
homeopatia, enviados à uma respeitável revista cietífica para
publicação, ficaram condicionados a que o autor dos mesmos abrisse as
portas de seu laboratório para melhor exame do assunto por uma
comissão
investigativa nomeada pela revista, que lá chegando encontraram erros
nas considerações. Isto acabou desmoralizando o autor e a homeopatia.
Mas isto, embora tenha sido mostrado agora, já conteceu há algum
tempo.
E quem era um dos membros daquela comissão? Nada menos do que o famoso
mágico James Randy que sustenta ser a homeopatia uma fraude e oferece
a
soma de US$ 1 milhão de para quem provar o contrário. Eu acho é
estranho
que nenhum outro cientista deste ramo queira ganhar esta grana.

LC.


--
Posted via Mailgate.ORG Server - http://www.Mailgate.ORG

Envie uma continuação para esta mensagem

De:Roger Wilcox
(r.wilcox@removadr.com)
Assunto:Re: A homeopatia e a ciencia medica.
Grupos de discussão:soc.culture.brazil
Data:2004-05-10 07:35:11 PST


Eu achei de grande prudência, da parte da Nature usar um mágico para
investigar uma coisa dessas. Durante os anos áureos da parapsicologia,
em
que se procurava desesperadamente fenômenos parapsicológicos para
estudar,
apareceram dois jovens no laboratório de parapsicologia de uma
universidade
americana, se não me engano em Harvard, com um fenômeno de
telecinesia.
Depois de terem os cientistas totalmente convencidos, eles confessaram
que
era apenas ilusionismo.

Um mágico na equipe, evita esse tipo de truque. A equipe tinha também
um
químico especializado em fraudes e o então editor-chefe da Nature. E
em
dois tempos se descobriu que a confirmação científica da homeopatia
não era
tão científica assim.

O que precisaria para um homeopata ganhar esse dinheiro? Como no caso
da
parapsicologia, primeiro seria comprovar o fenômeno de cura pela
homeopatia. No caso de medicamentos, isso é fácil - desde que o
remédio
cure mesmo. É só apresentar um estudo duplo-cego. Ou seja, acompanhar
um
grupo razoável de pacientes de uma determinada doença, divididos em
dois
grupos, sendo que um receberia homeopatia e o outro placebo.

Ninguém ficaria sabendo que grupo estaria recebendo - nem o paciente,
nem
os enfermeiros, nem o médico. A medicação dos dois grupos teria a
mesma
aparência e cada paciente receberia a sua medicação de seu frasco
individual numerado. No meio do caminho, os pacientes que estavam
usando
placebo, passariam a usar homeopatia e vice-versa. No final, após o
resultados, a comissão fiscalizadora identificaria o que cada paciente
estava usando.

Os resultados de uma pesquisa desse tipo, seriam aceitos por qualquer
sociedade científica. Mas duvido muito que os homeopatas queiram se
expor a
um teste desses. Eles consideram preconceituoso o próprio fato de
estarem
"subjúdice". Esquecem que qualquer medicamento do que eles chamam
"alopatia" tem que submeter-se a um teste desses antes de chegar ao
público.
R.

Abaixo, o resumo do progama do Fantástico.

A homeopatia quer o Nobel

09/05/2004

Jovem, famoso, boa pinta, genial. Assim era o cientista Jacques
Benveniste
nos anos 80. "Eu era chefe de uma equipe muito grande e recebia muita
afeto. Era uma pessoa de sucesso", relata o cientista. Respeitado
entre
seus pares, esse francês tinha uma ambição secreta: mostrar,
cientificamente, como a homeopatia funciona.

"Nós não sabemos porque a homeopatia funciona, e quem tiver essa
resposta
pode ganhar o Prêmio Nobel", afirma o professor de Homeopatia Flávio
Dantas, da Universidade Federal de Uberlândia.

"Eu era o que os franceses chamam de 'nobelizável', ou seja, candidato
ao
Nobel, porque eu criei uma área de pesquisas inteiramente nova", conta
Benveniste.

O Fantástico mostrou, na semana passada, que, até hoje, a ciência não
conseguiu provar que os remédios homeopáticos funcionam, o que não
impede
muita gente de usá-los. "É um remédio que é absorvido por você de uma
maneira muito natural, porque ele é muito leve", diz o músico Frejat.

Leve demais, segundo os críticos. "Existe uma brincadeira que afirma
que se
você tratar uma gripe com homeopatia dura sete dias, e se você não
tratar
dura uma semana", conta Renato Sabbatini, professor de Fisiologia da
Universidade de Campinas (Unicamp).

Os remédios da homeopatia são feitos com diluições muito altas, tão
altas a
ponto de não sobrar nenhuma molécula da substância original. O que
resta
mesmo é só água, ou água e álcool, dependendo do remédio. Como então é
possível esses medicamentos fazerem efeito. Esse é um debate feroz que
não
tem respostas definitivas, nem mesmo entre os homeopatas.

"Como é que se explica que uma substância tão diluída possa ter um
efeito
visível, um efeito palpável em doentes? Essa explicação eu vou ficar
devendo", brinca o médico Flávio Dantas.

Flávio Dantas é o único professor-titular de Homeopatia em uma
universidade
pública brasileira, em Uberlândia, em Minas Gerais. A carreira
acadêmica
dele é voltada para tornar a homeopatia aceitável à luza da ciência.

"O obstáculo do ponto de vista científico está na realização de
pesquisas
científicas sérias, bem conduzidas, em grande número", explica Dantas.

Nos anos 80, pesquisa séria era a especialidade do francês Benveniste.
Ele
estudava os basófilos, um tipo de glóbulo branco do sangue. Quando uma
pessoa tem uma alergia, são os basófilos que dão o alarme. Eles ficam
ativos quando a substância que provoca a alergia entra no organismo.

Um certo dia, uma coisa estranha aconteceu no laboratório de
Benveniste. Em
um tubo de ensaio, os basófilos estavam sendo ativados por um líqüido
tão
inofensivo, que não deveria ativar coisa nenhuma. "Um técnico me disse
que
tinha diluído muito uma substância e que, mesmo assim, ela estava
ativando
os basófilos. Eu falei: 'Não pode ser. Só tem água ali!'", recorda
Benveniste.

Mas era uma água diferente, uma água que estava fazendo efeito, uma
água
que tinha aquilo que se chama "atividade biológica". Era como se essa
água
tivesse memória, como se ela tivesse guardado os efeitos de uma
substância
que, um dia, tinha sido dissolvida ali dentro. Homeopatia, memória da
água,
tudo isso junto fez crescer ainda mais o sonho que Benveniste sempre
teve
de ganhar o Prêmio Nobel. A equipe dele mergulhou no estudo da memória
da
água e enviou os resultados para a revista científica mais tradicional
e
importante do mundo, a Nature.

"Os cientistas sabem que a Nature é o melhor lugar para aparecer da
maneira
mais positiva possível", afirma Sir John Maddox, ex-editor-chefe da
Nature.

Benveniste era tão respeitado que a Nature publicou o artigo polêmico.
Foi
um sucesso. O cientista se transformou numa celebridade, mas a revista
tinha imposto uma condição inédita. O francês teria que abrir o seu
laboratório a uma equipe de investigadores. Confiante, Benveniste
aceitou.
Até hoje ele se arrepende. Sua carreira acabou ali. "Meu laboratório
virou
um hospício", conta Benveniste.

Os investigadores eram três: Walter Stuart, um químico especializado
em
fraudes, John Maddox, editor-chefe da Nature, e James Randy, o
"Mágico", o
maior cético da Terra. "Eu nem sabia quem ele era. Olhava nos meus
livros e
não encontrava nenhum cientista chamado Randy", recorda Benveniste.

A investigação foi rápida. Apesar de alguns resultados positivos no
começo,
logo o trio de céticos encontrou erros nos métodos científicos de
Benveniste. As conclusões foram publicadas em um artigo devastador, na
própria Nature. Dizia o título: "A memória da água é uma ilusão".

"Decretaram que eu estava totalmente errado. Fui descartado, como um
ator
que sai de moda. Meu telefone não tocava mais", lembra Benveniste.

Mas nada disso abalou a homeopatia, que continua crescendo no mundo
inteiro
por uma razão: a satisfação de milhões de pacientes.

"A gente vê que o paciente está muito melhor e que houve ação do
medicamento", destaca Ariovaldo Ribeiro Filho, presidente da
Associação
Paulista de Homeopatia.

"Na minha experiência, a homeopatia funciona muito bem em problemas
alérgicos, em rinites alérgicas. A homeopatia funciona, na maior parte
dos
pacientes, como uma reposta que eles não tinham obtido com o
tratamento
convencional", ressalta Flávio Dantas.

"Eu, por exemplo, tenho rinite alérgica por estar em estúdios. Então
eu
sempre sinto quando eu tenho que começar a homeopatia", explica o ator
Victor Fasano.

Apesar dessas experiências positivas, os cientistas, em sua maioria,
continuam céticos. "É muito comum o homeopata, e outros médicos até
não
homeopatas, acharem que a única coisa que foi feita foi o que ele fez.
Mas
o paciente, por fora, tomou remédios, modificou a dieta, reagiu à
doença
psicologicamente, e esses fatores são tão ou mais importantes que o
medicamento", afirma um médico.

Mas e quando o paciente nem sabe que está sendo tratado com
homeopatia,
quando ele nem é humano. É o caso de uma fazenda, onde o gado só toma
remédio homeopático. "A gente usa as experiências feitas com os seres
humanos extrapolando para os animais, e tem dado bastante certo",
destaca o
veterinário homeopata Roberto Mangieri Júnior.

E o que dizer de uma jovem que sofria de uma gravíssima doença do
sangue e,
depois de usar a homeopatia, hoje tem uma vida normal. "Eu tinha uma
doença
na medula, que deixou de funcionar. Eu estava morrendo."


Em Mon, 10 May 2004 02:22:06 +0000 (UTC), minha grande amizade Luiz
escreveu:

--
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